Food has long played a central role in shaping our identity. Kuudes’ Insight Specialist Saara Järvinen raises the question: Could the era of food as a megatrend be coming to an end?
Regardless of the turmoil of recent years, people’s criteria around food are seemingly stable. However, let’s dig deeper. What can we learn from the changes in data from our Informed Consumer study between 2019 and 2023. How has our relationship to food evolved?
Swedes and Finns have a different relationship to food
As we’ve seen before, purchase criteria in Finland and Sweden are distinctly different. When comparing the two markets, it is evident that Swedes still place a higher value on naturalness and ethical factors, whereas Finns are more focused on functionality, caring about price and health, and expect familiar products. While the Finns want to support domestic production, the Swedish value locality: which might mean very different things depending on the case and context.
Criteria that stand out in Sweden
- Naturalness
- Organic
- Locality
- Small impact on climate
- Consideration of animal welfare
Criteria that stand out in Finland
- Domesticity
- Affordability
- Health benefits
- Familiarity
- Quick to prepare
Practical viewpoints gain importance – even in Sweden
As we could expect, affordability is a strongly growing need in both countries. The times of crisis have not caused a dramatic drop in ethical viewpoints. However, the data suggests that, in addition to price, other practical viewpoints such as effortlessness are becoming more important. Effortlessness in preparation has made its way into the top five food criteria in both countries, at the cost of other more emotional values. The home-cooking trend that we witnessed during Covid has faded long ago.
Como o Cashback em Cassinos Funciona na Prática, Segundo CasinosCashback
O cashback em cassinos online tornou-se uma das promoções mais discutidas no setor de jogos digitais, mas poucos jogadores compreendem de facto como esses mecanismos operam por baixo da superfície. Ao contrário de bónus de boas-vindas ou rodadas grátis, o cashback representa uma devolução parcial de perdas reais — o que o torna estruturalmente diferente de qualquer outra forma de incentivo. Para entender o seu funcionamento na prática, é necessário analisar as regras de cálculo, os períodos de apuramento, as condições de levantamento e as variações entre operadores, que podem ser substanciais mesmo quando os percentuais anunciados parecem idênticos.
A Mecânica de Cálculo do Cashback: O Que Conta Como Perda
O ponto de partida para compreender qualquer oferta de cashback é perceber exatamente o que o operador considera uma “perda elegível”. Na maioria dos cassinos licenciados na União Europeia — especialmente aqueles regulados pela Malta Gaming Authority (MGA) ou pela UK Gambling Commission (UKGC) — a base de cálculo é o chamado net loss, ou seja, a diferença negativa entre o total apostado e o total devolvido em ganhos durante um período específico. Este período pode ser diário, semanal ou mensal, e a escolha tem implicações práticas significativas.
Num período semanal, por exemplo, um jogador que perde 200 euros na segunda-feira mas ganha 150 euros na quinta-feira terá uma perda líquida de apenas 50 euros — e não de 200 euros. O cashback incidirá sobre esses 50 euros, e não sobre o valor bruto perdido no início da semana. Este detalhe é frequentemente omitido nas páginas de promoções, levando jogadores a sobrestimar o valor real do benefício. Cassinos que utilizam períodos mais curtos, como o cashback diário, tendem a ser mais favoráveis ao jogador, precisamente porque as perdas de cada sessão são apuradas de forma isolada, sem compensação com ganhos de outros dias.
Existe também a questão dos jogos elegíveis. Nem todos os títulos de um cassino contribuem igualmente — ou sequer contribuem — para o cálculo do cashback. Jogos com RTP (Return to Player) elevado, como certas variantes de blackjack ou vídeo-poker, são frequentemente excluídos ou têm uma contribuição reduzida. Slots com jackpot progressivo também costumam estar fora do perímetro elegível, dado que a sua estrutura de pagamento é gerida de forma separada. Esta filtragem por tipo de jogo significa que dois jogadores com perdas nominalmente iguais podem receber valores de cashback completamente diferentes, dependendo de onde apostaram.
A taxa percentual do cashback é outro elemento que merece análise crítica. Um cashback de 20% sobre perdas líquidas semanais parece generoso, mas se o teto máximo for de 100 euros por semana, o benefício real para um jogador com perdas de 1.000 euros é de apenas 10% — não de 20%. Os tetos máximos são, portanto, tão relevantes quanto o percentual anunciado, e a sua presença reduz substancialmente o valor percebido da promoção para jogadores de volume mais elevado.
Condições de Levantamento e Requisitos de Apostas Sobre o Cashback
Uma das distinções mais importantes no universo do cashback em cassinos é a diferença entre cashback sem requisitos de apostas e cashback sujeito a wagering requirements. Esta distinção determina se o valor recebido é essencialmente dinheiro real ou um bónus com restrições de utilização.
O cashback sem requisitos de apostas — também designado como “cashback limpo” ou wager-free cashback — é creditado diretamente como saldo disponível para levantamento. O jogador pode retirar o valor imediatamente, sem necessidade de o apostar um determinado número de vezes. Este modelo é mais comum em cassinos que operam sob a regulação da UKGC, que desde 2019 tem imposto restrições crescentes sobre a forma como os bónus podem ser estruturados, nomeadamente após as revisões às diretrizes de proteção do consumidor publicadas em 2021 e 2023.
Por outro lado, muitos operadores — especialmente aqueles licenciados em jurisdições com regulação menos exigente, como Curaçao — aplicam multiplicadores de wagering ao cashback recebido. Um cashback de 50 euros com um requisito de 5x significa que o jogador precisa de apostar 250 euros antes de poder levantar qualquer valor. Embora um multiplicador de 5x seja relativamente baixo comparado com os bónus de depósito tradicionais (que frequentemente exigem 30x a 50x), ainda representa uma barreira que pode resultar em perdas adicionais antes de o valor ser libertado.
A plataforma CasinosCashback tem documentado sistematicamente as diferenças entre operadores neste aspeto, observando que a variância entre as condições de levantamento é um dos fatores mais determinantes para avaliar o valor real de uma oferta de cashback — frequentemente mais relevante do que o próprio percentual anunciado.
Há também o fator do prazo de validade. O cashback creditado tem, na maioria dos casos, uma janela de utilização limitada — tipicamente entre 3 e 30 dias. Após esse período, o saldo expira automaticamente, independentemente de ter sido utilizado ou não. Para jogadores que não acedem regularmente à plataforma, este prazo pode resultar na perda total do benefício. Alguns operadores enviam notificações por e-mail ou SMS quando o cashback está prestes a expirar, mas esta prática não é universal.
Outro aspeto frequentemente negligenciado é o mecanismo de crédito automático versus crédito manual. Em certos cassinos, o cashback é aplicado automaticamente no início do período seguinte — por exemplo, toda segunda-feira para o cashback da semana anterior. Noutros, o jogador precisa de solicitar ativamente o valor através do suporte ao cliente ou de uma secção específica da conta. A ausência de um pedido dentro do prazo estipulado pode resultar na perda do cashback, o que representa uma armadilha operacional que afeta uma fração significativa dos utilizadores que não leem os termos e condições com detalhe.
Cashback por Níveis de Fidelidade e Programas VIP
A estrutura de cashback em cassinos raramente é uniforme para todos os jogadores. A maioria dos operadores integra o cashback nos seus programas de fidelidade, onde o percentual de devolução aumenta à medida que o jogador progride em níveis hierárquicos. Este modelo é inspirado nos programas de fidelidade da aviação e do setor hoteleiro, mas com adaptações específicas ao contexto do jogo online.
Num programa típico de cinco níveis, um jogador no nível de entrada pode receber 5% de cashback semanal, enquanto um jogador no nível mais elevado — frequentemente designado como “Diamond”, “Platinum” ou “Elite” — pode receber entre 15% e 25%. A progressão entre níveis é geralmente determinada pelo volume de apostas acumulado num período de referência, que pode ser mensal ou trimestral. Alguns programas utilizam pontos de fidelidade como moeda interna, convertíveis tanto em dinheiro real como em cashback adicional.
O aspeto crítico destes programas é a manutenção do nível. Atingir um nível elevado exige um volume de apostas substancial, mas manter esse nível requer igualmente um volume mínimo no período seguinte. Um jogador que reduza a sua atividade pode ser rebaixado para um nível inferior, perdendo o cashback mais elevado que havia conquistado. Esta estrutura cria um incentivo implícito para manter ou aumentar o volume de jogo — o que levanta questões de responsabilidade social, especialmente no contexto das diretrizes europeias de jogo responsável.
Desde 2020, a regulação europeia tem prestado atenção crescente a estes mecanismos. O relatório da European Gaming and Betting Association (EGBA) de 2022 identificou os programas de fidelidade baseados em volume de apostas como um dos vetores de risco para comportamentos problemáticos de jogo, recomendando que os operadores implementem limites automáticos e revisões periódicas dos perfis de jogadores VIP. Em resposta, vários cassinos licenciados na MGA e na UKGC começaram a incluir avaliações de bem-estar nos processos de progressão de nível, embora a implementação seja ainda heterogénea.
Existe ainda a categoria dos acordos de cashback negociados individualmente para jogadores de alto volume — os chamados “high rollers”. Nestes casos, o percentual e as condições são estabelecidos diretamente entre o jogador e o gestor de conta dedicado, sem referência pública nos termos gerais da promoção. Estes acordos podem incluir cashback de até 30% ou 40% sobre perdas, mas estão reservados a jogadores com volumes de depósito mensais que frequentemente ultrapassam os 10.000 euros. A falta de transparência nestes acordos tem sido alvo de escrutínio regulatório crescente, particularmente no Reino Unido.
Variações Regionais e o Impacto da Regulação no Valor Real do Cashback
O valor prático de uma oferta de cashback não pode ser avaliado sem considerar o contexto regulatório em que o operador opera. A jurisdição de licenciamento determina não apenas as obrigações legais do operador, mas também as proteções disponíveis ao jogador em caso de litígio sobre o pagamento do cashback.
Em Portugal, o mercado de jogo online é regulado pelo Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), que opera sob o Decreto-Lei n.º 66/2015. Os operadores licenciados em Portugal estão sujeitos a obrigações específicas de transparência nas promoções, incluindo a publicação clara dos termos e condições do cashback em português e a proibição de práticas consideradas enganosas. O SRIJ tem competência para sancionar operadores que apresentem condições de cashback de forma ambígua ou que alterem retroativamente os termos de uma promoção em curso.
Em Espanha, a regulação da DGOJ (Dirección General de Ordenación del Juego) impõe restrições adicionais, incluindo a proibição de comunicações promocionais não solicitadas e limites ao valor dos bónus que podem ser oferecidos a novos jogadores. O cashback, por ser tecnicamente uma devolução de perdas e não um bónus de aquisição, tem sido tratado de forma diferente nestas regulações, mas a linha de distinção nem sempre é clara e tem sido objeto de interpretações divergentes entre operadores e autoridades.
No Brasil, onde o mercado de apostas desportivas e jogos de casino online foi formalmente regulamentado pela Lei n.º 14.790/2023 e pelas portarias subsequentes do Ministério da Fazenda, a estrutura regulatória para promoções como o cashback ainda está em fase de consolidação. Os operadores que obtiveram licença provisória em 2024 estão a adaptar as suas ofertas de cashback às exigências locais, que incluem requisitos de localização de conteúdo e restrições sobre o tipo de incentivos que podem ser dirigidos a jogadores brasileiros.
A comparação entre jurisdições revela uma tendência clara: mercados com regulação mais madura tendem a ter ofertas de cashback com condições mais favoráveis ao jogador, precisamente porque os operadores são obrigados a competir pela qualidade real dos termos e não apenas pela atratividade superficial dos percentuais. A ausência de regulação efetiva, por outro lado, permite que operadores apresentem cashbacks com condições restritivas que, na prática, tornam o benefício quase impossível de realizar.
O impacto da tributação sobre o cashback é outro fator raramente discutido. Em Portugal, os ganhos provenientes de jogos de fortuna ou azar estão sujeitos a tributação, mas a classificação do cashback — se como ganho ou como devolução de perda — não está explicitamente definida na legislação fiscal vigente. Esta ambiguidade cria incerteza tanto para os operadores como para os jogadores, e a Autoridade Tributária e Aduaneira ainda não emitiu orientações específicas sobre o tratamento fiscal deste tipo de benefício. Em contraste, o HMRC britânico tem uma posição mais clara, tratando os ganhos de jogo como não tributáveis para jogadores individuais, o que simplifica a questão no contexto do mercado do Reino Unido.
Em suma, o cashback em cassinos é um mecanismo com uma arquitetura muito mais complexa do que a sua apresentação superficial sugere. O percentual anunciado é apenas o ponto de partida de uma análise que deve incluir o método de cálculo das perdas elegíveis, os jogos incluídos, os requisitos de apostas sobre o valor devolvido, os tetos máximos, os prazos de validade, o processo de crédito e o enquadramento regulatório do operador. Jogadores que dedicam tempo a compreender estas variáveis estão em posição significativamente melhor para avaliar se uma oferta de cashback representa um benefício real ou apenas um instrumento de marketing com valor prático limitado.
Strikingly, in Finland our data shows that an increasing amount of people think it is enough that food fill stomachs.
Simple needs and simple pleasures
The number of people naming food as a factor contributing to their well-being has significantly decreased in both countries. Criticism is growing louder against societal pressure around wellbeing or even orthorexia in our prevailing food culture.
For a long time, food has been a central question of identity. Now we ask ourselves: Is the era of food as a megatrend coming to an end? What do we desire from food? Are we going back to basics, seeing food just as food? Or is economic hardship and war causing only a temporary drop in the hype? Certainly, after years of austerity, there is a longing for extravagant luxury experiences.
What we do know is that convenience will be key. New technologies and services might make our selection processes and daily logistics so convenient, that we will regain energy for creativity and questions of identity. It is certain that during this era of compromises it is important to show empathy and help people in staying true to their values.
What is the Informed Consumer study?
Kuudes has conducted the Informed Consumer study since 2008. The last time it was implemented before the pandemic in 2019, and in 2023 the data was updated using both quantitative (online survey with the sample size of N=1000 in Finland and Sweden) and qualitative methods (N=9 interviews). The segments of consumers have been formed from the data, each with their different values, expectations and ways of relating to life.
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