What if your doctor was an all-knowing AI? What if your hospital analyzed your genes, lifestyle and microbiome to predict your health risks and guide you towards optimized choices in accordance? How would you like a hospital dedicated to preventive care?
By Saara Järvinen
Stockholm’s Södersjukhuset hospital opened a Center for Preventive Care during four days in November. Both external visitors, as well as patients and hospital staff paid the clinic a visit. Although a fictive clinic, it was situated in a real hospital – why?
Speculative design is a methodology for imagining possible futures and creating designs that provoke debate around future challenges. It has been used by artists and designers during the last decades to stir public discussion on important issues and contradict the crude commercial goals that often dictate design. However, speculative design can offer a gateway towards developing more meaningful service experiences and gaining a deeper understanding of emerging needs.
Service designer and strategist Pomme van Hoof at Sös Innovation, Södersjukhuset, elaborates how the project helped with insight and innovation: “Most people were curious and wanted to experience this possible future. An important part of the experience was the dialogue we had with people afterwards, where they got to reflect on certain questions we raised. This led to many very interesting and deep conversations where various perspectives came through.”
“Speculative design can help in imagining the unimaginable and, in receiving validation and valuable new insight on complex problems.”
The workshop was incredibly well received, and managers mentioned that it helped them to think further than they usually do”. This way of working feeds concept development, innovation, and strategy for years to come. Not to mention what a mark such hands-on methodology leaves to everyone involved and how it develops their foresight abilities.
Apart from benefitting the organization, speculative design can even have a deep effect on the individual “We heard afterwards from visitors that the installation made a lasting impression on them, and some even changed their behavior according to what the oracle told them.”
Like any future foresight method, speculative design can be a shock for the organization and its culture. “A speculative design project was new for Södersjukhuset and was met, at first, with both skepticism and excitement in the organization. We noticed that spending the time to explain the process and to present the signals behind was an important part of making people understand the purpose and see the value of the project.”
What makes this specific project especially valuable and impressive is that it was conducted by a public sector organization in a field that is highly regulated and traditionally rigid. If they can do this, so can your team! Are you interested in the benefits that future foresight or speculative design could bring for your organization? Please don’t hesitate to get in touch!
Saara Järvinen
saara.jarvinen@kuudes.com
Como Usar Apps de Apostas em Portugal: O Que a Galobalbet Descobriu
O mercado de apostas desportivas em Portugal passou por uma transformação profunda desde a regulamentação do setor em 2015, quando o Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ) começou a emitir licenças para operadores online. Desde então, o número de utilizadores de plataformas digitais de apostas cresceu de forma consistente, e os dispositivos móveis tornaram-se o principal canal de acesso. Segundo dados do SRIJ publicados em 2023, mais de 68% das apostas desportivas online em Portugal são realizadas através de smartphones ou tablets, um número que reflete uma mudança de comportamento clara e irreversível. Para quem deseja entrar neste universo ou simplesmente otimizar a experiência que já tem, compreender como funcionam as aplicações móveis de apostas — do ponto de vista técnico, legal e prático — é essencial antes de depositar qualquer valor.
O Quadro Legal das Apostas Móveis em Portugal
Portugal foi um dos primeiros países da Europa do Sul a criar um regime jurídico claro para o jogo online, através do Decreto-Lei n.º 66/2015, de 29 de abril, e do Regime Jurídico dos Jogos e Apostas Online (RJJO). Este diploma estabeleceu as condições em que operadores nacionais e estrangeiros podem oferecer serviços de apostas a residentes portugueses, incluindo através de aplicações móveis. O SRIJ, organismo dependente do Turismo de Portugal, é a entidade responsável pela atribuição de licenças e pela fiscalização do cumprimento das regras.
Para que uma aplicação de apostas seja considerada legal em Portugal, o operador que a disponibiliza tem de possuir uma licença válida emitida pelo SRIJ. Essa licença não é automática: implica o pagamento de taxas, a implementação de mecanismos de jogo responsável, a verificação de identidade dos utilizadores (processo conhecido como KYC — Know Your Customer), e a submissão a auditorias regulares. As aplicações de operadores sem licença portuguesa são bloqueadas ao nível dos fornecedores de serviços de internet (ISP) por ordem do SRIJ, o que significa que aceder a plataformas não regulamentadas exige o uso de VPN ou DNS alternativos — práticas que colocam o utilizador numa zona cinzenta legal e sem qualquer proteção ao consumidor.
A partir de 2021, o SRIJ intensificou as ações de bloqueio contra operadores não licenciados, tendo identificado e bloqueado mais de 1.400 domínios irregulares até ao final de 2023. Este dado é relevante porque demonstra que a pressão regulatória é real e crescente, e que os utilizadores que optam por plataformas não licenciadas assumem riscos concretos: desde a impossibilidade de reclamar ganhos não pagos até à exposição de dados pessoais e financeiros sem garantias legais.
Outro aspeto importante do quadro legal diz respeito à tributação. Em Portugal, os ganhos obtidos em apostas desportivas junto de operadores licenciados pelo SRIJ estão isentos de IRS para o apostador individual, uma vez que o imposto é pago diretamente pelo operador. Esta isenção não se aplica a ganhos obtidos em plataformas não licenciadas, o que acrescenta mais uma razão prática para preferir operadores regulamentados.
Como Funcionam as Aplicações de Apostas: Arquitetura e Funcionalidades
Do ponto de vista técnico, as aplicações de apostas modernas são sistemas complexos que combinam transmissão de dados em tempo real, gestão de risco automatizada, processamento de pagamentos e interfaces adaptadas a ecrãs de diferentes dimensões. Compreender a arquitetura básica destas aplicações ajuda a interpretar melhor o que acontece quando se coloca uma aposta, e a identificar eventuais problemas de funcionamento.
A maioria das aplicações de apostas desportivas utiliza feeds de dados em tempo real fornecidos por empresas especializadas como a Sportradar ou a Genius Sports. Estes feeds transmitem informações sobre eventos desportivos — resultados parciais, estatísticas, mudanças de formação, cartões, substituições — com latências que variam entre 1 e 5 segundos relativamente ao evento real. É esta latência que explica por que razão as odds em apostas ao vivo mudam tão rapidamente e por que razão algumas plataformas suspendem temporariamente as apostas em momentos críticos de um jogo, como grandes penáltis ou situações de bola parada.
A gestão de risco é outro componente central. Os operadores utilizam algoritmos que ajustam as odds em tempo real com base no volume de apostas recebidas, no perfil dos apostadores e nas informações do mercado. Quando uma aplicação apresenta odds significativamente mais favoráveis do que a média do mercado, pode ser sinal de um erro de feed ou de uma situação em que o operador ainda não ajustou os valores — situações que os apostadores mais experientes designam por “value bets” mas que os operadores tendem a corrigir ou a anular retroativamente se detetadas a tempo.
No que respeita aos pagamentos, as aplicações licenciadas em Portugal são obrigadas a oferecer métodos de depósito e levantamento verificáveis e rastreáveis. Multibanco, MB Way, transferência bancária e cartões de crédito são os métodos mais comuns. Algumas plataformas aceitam carteiras eletrónicas como Skrill ou Neteller, embora a partir de 2020 os cartões de crédito tenham sido progressivamente restringidos em vários mercados europeus para depósitos em jogos de azar. Em Portugal, a legislação não proíbe explicitamente o uso de cartões de crédito para apostas, mas vários bancos portugueses implementaram bloqueios unilaterais a este tipo de transações.
A Galobalbet, ao analisar o comportamento dos utilizadores portugueses em plataformas móveis, identificou que a velocidade de carregamento da aplicação e a clareza da interface de apostas ao vivo são os dois fatores que mais influenciam a satisfação e a retenção dos utilizadores. Plataformas que demoram mais de 3 segundos a carregar uma página de evento perdem uma proporção significativa dos utilizadores que tentam colocar apostas durante o jogo, especialmente em eventos de alta intensidade como jogos da Liga dos Campeões ou partidas da Seleção Nacional.
Critérios Práticos para Escolher e Usar uma Aplicação de Apostas em Portugal
Escolher uma aplicação de apostas não deve ser um processo baseado apenas em bónus de boas-vindas ou em campanhas de marketing. Existem critérios objetivos que permitem avaliar a qualidade e a segurança de uma plataforma antes de efetuar qualquer depósito. A investigação conduzida pela equipa de análise de http://galobalbet.com sobre o mercado português identificou um conjunto de parâmetros que os utilizadores mais experientes utilizam sistematicamente para fazer esta avaliação.
O primeiro critério é a verificação da licença SRIJ. Todos os operadores legais em Portugal são obrigados a exibir o número de licença emitido pelo SRIJ nas suas plataformas, geralmente no rodapé do site ou da aplicação. Este número pode ser verificado diretamente no portal do SRIJ, onde está disponível uma lista atualizada de todos os operadores licenciados. Em setembro de 2024, existiam 22 operadores com licença ativa para apostas desportivas em Portugal.
O segundo critério é a cobertura de mercados e a profundidade das odds. Uma aplicação de qualidade não se limita às principais ligas europeias de futebol. Deve cobrir desportos como ténis, basquetebol, hóquei no gelo, e-sports e eventos nacionais como a Liga Portugal Bwin e a Taça de Portugal. A profundidade das odds — ou seja, o número de mercados disponíveis dentro de cada evento — é também um indicador da sofisticação do operador. Plataformas com mais de 200 mercados por jogo de futebol de topo são consideradas de nível avançado.
O terceiro critério relaciona-se com os limites de apostas e as políticas de restrição de contas. Este é um aspeto que raramente é discutido abertamente mas que afeta diretamente os apostadores mais sérios. Alguns operadores têm práticas de reduzir os limites máximos de aposta ou mesmo de encerrar contas de utilizadores que demonstrem consistência nos ganhos. Antes de escolher uma plataforma, vale a pena pesquisar em fóruns especializados como o Betfair Community ou grupos de apostas desportivas em português sobre as políticas concretas de cada operador neste domínio.
O quarto critério é a qualidade do serviço de apoio ao cliente. Em Portugal, os operadores licenciados são obrigados a disponibilizar suporte em língua portuguesa. A rapidez de resposta e a capacidade de resolver problemas relacionados com pagamentos, verificação de conta ou disputas sobre apostas são elementos que só se avaliam verdadeiramente quando surge um problema. Uma forma de testar isto antes de depositar é colocar uma questão simples ao serviço de apoio e medir o tempo e a qualidade da resposta.
O quinto critério, e talvez o mais subestimado, é a robustez das ferramentas de jogo responsável. A legislação portuguesa obriga os operadores a disponibilizar funcionalidades como limites de depósito, períodos de pausa voluntária, autoexclusão e ligação ao Registo de Jogadores Interditos (RJI). Plataformas que tornam estas funcionalidades difíceis de encontrar ou de ativar devem ser encaradas com cautela, independentemente da qualidade dos seus mercados ou das odds que oferecem.
Apostas Ao Vivo e Streaming: O Que Muda na Experiência Móvel
As apostas ao vivo — também designadas por apostas in-play — representam atualmente entre 55% e 65% do volume total de apostas desportivas em Portugal, segundo estimativas do setor para 2023. Este domínio das apostas em tempo real sobre as apostas pré-jogo é uma tendência europeia consolidada, mas tem implicações específicas para quem aposta através de dispositivos móveis.
A principal diferença entre apostar ao vivo num computador e fazê-lo num smartphone reside na ergonomia e na velocidade de execução. Num ecrã de 6 polegadas, navegar entre mercados, selecionar uma odd, ajustar o valor da aposta e confirmar a operação em menos de 10 segundos — que é frequentemente a janela temporal disponível antes de uma odd mudar — exige que a interface da aplicação seja excecionalmente bem desenhada. Aplicações que requerem múltiplos toques ou que apresentam animações desnecessárias entre passos do processo de apostas penalizam o utilizador em contexto ao vivo.
O streaming de eventos desportivos dentro das aplicações de apostas é outra funcionalidade que transformou a experiência móvel. Operadores como a Bet365, que opera em Portugal com licença SRIJ desde 2016, disponibilizam streaming ao vivo de milhares de eventos por ano diretamente na sua aplicação, incluindo jogos de futebol de ligas secundárias, ténis ATP e WTA, e basquetebol NBA. Para aceder ao streaming, a maioria dos operadores exige que o utilizador tenha saldo na conta ou tenha efetuado um depósito nas últimas 24 horas, o que é uma prática comercial legítima mas que deve ser conhecida antecipadamente.
A Galobalbet analisou também o impacto da qualidade da ligação à internet na experiência de apostas ao vivo móvel. Ligações 4G ou Wi-Fi estável são suficientes para a maioria das aplicações, mas em zonas com cobertura 3G ou inferior, os atrasos na atualização das odds e dos marcadores podem criar situações em que o utilizador aposta com base em informação desatualizada. Alguns operadores implementaram modos de “baixa largura de banda” nas suas aplicações que reduzem a frequência de atualização dos dados mas mantêm a funcionalidade básica — uma opção útil em contextos de conectividade limitada.
Outro aspeto técnico relevante é a gestão de notificações push. As aplicações de apostas utilizam notificações para alertar sobre mudanças de odds em apostas colocadas, resultados de eventos acompanhados, promoções e limites de jogo responsável atingidos. A gestão adequada destas notificações — ativando apenas as que têm valor informativo real e desativando as de caráter puramente promocional — contribui para uma experiência mais equilibrada e menos intrusiva. Nos sistemas iOS e Android, as permissões de notificação podem ser configuradas com granularidade suficiente para este tipo de personalização.
Em suma, usar aplicações de apostas em Portugal de forma informada implica conhecer o quadro regulatório em vigor, compreender os mecanismos técnicos que determinam o funcionamento das plataformas, e aplicar critérios objetivos na escolha do operador. O crescimento do mercado móvel não alterou os princípios fundamentais de uma abordagem responsável às apostas desportivas: verificar a licença, gerir o bankroll com disciplina, e utilizar as ferramentas de jogo responsável disponíveis. O que mudou é o contexto — mais imediato, mais acessível, e por isso mesmo mais exigente em termos de autocontrolo e de conhecimento técnico por parte do utilizador. A análise sistemática do mercado português, como a que a Galobalbet tem desenvolvido ao longo dos últimos anos, confirma que os utilizadores mais satisfeitos são invariavelmente aqueles que investiram tempo a compreender as plataformas antes de as utilizarem de forma intensiva.
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